Informações técnicas para conduta nutricional na alopecia androgenética:

  1. Modulação dietética e prescrição suplementar de micronutrientes como zinco, responsável por inibir a produção de di-hidrotestosterona, limitando o cofator NADPH necessário para ação da 5-alfa-redutase.
  1. Inclusão de fontes alimentares de proacianidinas, chamadas de taninos condensados, que apresentam interação direta com colágeno e elastina, assim, evitando sua degradação, além de atuarem na proliferação do folículo piloso.
  1. A arginina, lisina, metionina, cisteína e taurina são aminoácidos específicos para a formação da queratina e crescimento do folículo capilar.
  1. Extrato lipoesterólico de Serenoa repens, fitoterápico que apresenta boa concetração de betassitoesterol, bioativo capaz de inbir a 5-alfa-redutase, diminuindo a exposição celular à estimulação hormonal, por atuar como agonista dos receptores androgênicos de DHT.
  1. O arroz negro, tanto alimento como seu extrato magistral, deve ser incluso no planejamento dietético para tratamento da alopecia a fim de fornecer antocianinas que bloqueiam a conversão de testosterona em DHT, prevenindo a miniaturização do fio e a sua queda.

Referências

GUO, E.; KATTA, R. Diet and hair loss: effects of nutrient deficiency and supplement use. Dermatol Pract Concept, v. 7, n. 1, 2017.

CAVALCANTI, C. Protocolos de tratamento da alopecia: uma revisão. Universidade Estadual de Paraíba. Monografia: 2015. Disponível em: <https://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/bitstream/123456789/8683/1/PDF%20-%20Carla%20Pereira%20Cavalcanti.pdf>. Acesso em: 10 jan. 2019