Nesse 8 de março, data em que se comemora o Dia Internacional da Mulher e como um congresso especialmente voltado à saúde e beleza delas, claro que a programação do MBNE 2020 não poderia deixar de fora o poder das mulheres empreendedoras na área da nutrição. Por isso, entre os módulos, acontecerá um talk show que abordará os temas nutrição e empreendedorismo feminino. Dividido em duas mesas redondas, trará um debate entre profissionais com expertise na área, tratando sobre os desafios da mulher empreendedora no segmento da nutrição. Conheça as mulheres de sucesso que farão parte do talk show!

Dra. Roberta Carbonari

Nutricionista e pós-graduada em terapia do comportamento alimentar, há mais de 10 anos, idealizou e administra a Clínica Muzy, o que lhe rendeu ampla experiencia em gestão de pessoas. É palestrante nas áreas de gestão, administração e marketing.

Dra. Sheila Mustafá

Ingressou na área da saúde por meio da fonoaudiologia, se tornou esteticista e, com o intuito de oferecer um atendimento diferenciado, formou-se também em nutrição. Hoje é referência no atendimento integrado entre estética, nutrição, bioquímica e diferentes métodos terapêuticos. Empreendedora, possui sua própria clínica e atua como docente convidada em cursos de pós-graduação e extensão.

Dra. Aline Schneider

Nutricionista doutora em ciências da saúde, mestre em agronegócios e pós-graduada em administração hospitalar, negócios e saúde, é professora e pioneira na área de nutrição estética no Brasil. É sócia-fundadora do Instituto de Pesquisas, Ensino e Gestão em Saúde (IPGS) e autora de diversos livros.

 

Algumas conquistas da mulher ao longo da história

Neste Dia Internacional da Mulher, não devemos deixar de lado a necessidade de continuar lutando e conquistando cada vez mais espaço, mas também é preciso celebrar os feitos conquistados até aqui. Veja alguns!

Dia Internacional da Mulher: você sabia…

Diferente de grande parte das datas comemorativas, o 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, não foi criado pelo comércio, mas suas raízes históricas são muito mais sérias. A data foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1975 e, se fosse para iniciar sua origem em uma linha histórica, é possível dizer que ela começou na grande passeata de mulheres, que aconteceu em 26 de fevereiro de 1909, em Nova York.

Na ocasião, cerca de 15 mil mulheres operárias marcharam pelas ruas reivindicando melhores condições de trabalho – na época, a jornada de trabalho feminino nas fábricas chegava a 16 horas por dia, seis dias por semana e, não raramente, incluía também os domingos. No ano seguinte, operárias europeias também aderiram à causa e passaram a reivindicar melhores condições de trabalho.

O principal marco, porém, foi dia 8 de março de 1917, data em que um grupo de mulheres operárias saiu às ruas em uma manifestação contra a fome e a Primeira Guerra Mundial, em um movimento que foi considerado o estopim para a Revolução Russa. Após a revolução bolchevique, a data foi oficializada entre os soviéticos, reservada à celebração do heroísmo das mulheres trabalhadoras.

Hoje, o 8 de março é comemorado em diversas partes do mundo e, embora tenha adquirido um aspecto comercial, sua verdadeira motivação é a luta, as conquistas e a memória das batalhas que a mulher teve de enfrentar ao longo da história, bem como das lutas que ainda enfrenta diariamente para melhorar sua posição enquanto membro da sociedade.

 

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Fonte: IBGE/ UGT / Ministério da Saúde / Sebrae